Hidantina 100 mg, comprimido revestido Fenitoína, características medicamento

Resumo das características Hidantina Fenitoína

RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO
1. DENOMINAÇÃO DO MEDICAMENTO

Hidantina 100 mg, comprimido revestido
2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA

Cada comprimido revestido contém: Fenitoína sódica 100 mg
Excipientes (Ver secção 6.1.).
3. FORMA FARMACÊUTICA

Comprimido revestido.
4. INFORMAÇÕES CLÍNICAS

4.1. Indicações terapêuticas
Tratamento de epilepsia generalizada: crises do tipo tónico-clónico (grande mal) epequeno mal.

Cardiologia:
– tratamento de arritmias auriculares ou ventriculares associadas à intoxicação pordigitálicos;
arritmias ventriculares surgidas durante a anestesia, cateterismo cardíaco e cirurgiacardíaca;
profilaxia das arritmias recidivantes, quer supraventriculares, quer ventriculares.

4.2. Posologia e modo de administração

Administração por via oral.

A dose óptima da Hidantina só pode ser determinada pelo médico, através daobservação diária dos seus efeitos nos ataques e do aparecimento de sinais deintolerância.
As concentrações plasmáticas eficazes situam-se habitualmente entre 5-12 µg/ml noadulto e 10-20 µg/ml na criança.
Não existem valores de referência para os níveis séricos tóxicos, uma vez que seobservam variações acentuadas entre os indivíduos em relação aos níveis séricos defenitoína em que pode ocorrer toxicidade.
A dose letal em adultos está estimada em 2 a 5 g, desconhecendo-se a dose letal empacientes pediátricos.

Os níveis séricos deverão ser ajustados quando existe hipoalbuminemia.

A Hidantina é mais rapidamente activa quando ingerida em jejum (aliás com bastante
água para defender o estômago da excessiva alcalinidade), mas quando não for bemtolerada, passar a tomar o medicamento no final das refeições.

Adultos: a dose inicial é de 100 mg, três vezes ao dia; se necessário pode ser aumentadalentamente até 200 mg, também três vezes ao dia.

Crianças: – acima de 6 anos, começar com 100 mg três vezes ao dia; se ao fim de umasemana a dose se mostra insuficiente, passar a 100 mg quatro vezes ao dia.
-abaixo de 4 anos pode iniciar-se o tratamento com 30 mg (1/3 de comprimido)misturado com creme ou leite, duas vezes ao dia; se insuficiente, a dose pode serreforçada por mais uma ou duas tomas diárias (total: 3 a 4 vezes 1/3 de comprimido).

Idoso, insuficiência renal (incluindo a diálise), insuficiência hepática: nestes casos, oajuste da dose e posologia devem estar de acordo com a avaliação dos níveis séricos.

Em caso de omissão de uma ou mais doses, o doente deve manter o esquematerapêutico definido pelo seu médico.
Não tome uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar.

4.3. Contra-indicações

Hipersensibilidade à fenitoína, a outras hidantoínas ou a qualquer excipiente domedicamento.
Está também contra-indicado na bradicardia sinusal, bloqueio sino-atrial, bloqueio A-Vde segundo e terceiro graus, em doentes com síndrome de Adams-Stokes e em doentescom perturbações graves da função hepática.

4.4. Advertências e precauções especiais de utilização

Deve controlar-se regularmente a fórmula sanguínea e vigiar o estado do doente (fadiga,palidez, febre).

A fenitoína pode afectar o metabolismo da glucose. Já foi reportada hiperglicémia eaconselha-se cuidado no tratamento de doentes diabéticos.

Um controlo anual de fosfatase alcalina sérica permite detectar uma eventualosteomalácia medicamentosa, a qual reage à Vitamina D.

A fenitoína está altamente ligada às proteínas e é extensivamente metabolizada nofígado, pode ser necessário uma redução na dose de manutenção em doentes comfunção hepática insuficiente, para prevenir a acumulação e a toxicidade. Quando aligação às proteínas está reduzida, como na urémia, os níveis séricos de fenitoína estãoreduzidos em conformidade.

Os produtos naturais ou extractos vegetais contendo Hypericum perforatum não devemser utilizados concomitantemente com Hidantina, devido ao risco de diminuição das

concentrações plasmáticas de Hidantina, e consequente diminuição dos seus efeitosterapêuticos (ver secção 4.5 ? Interacções medicamentosas).

Utilizar com cuidado no idoso ou doente debilitado, ou em qualquer condição associadaa níveis baixos de albumina, o que aumenta a fracção livre da fenitoína e a respostafarmacológica. Sedação, estados confusionais ou disfunção cerebelosa (perda dacoordenação motora) podem ocorrer com elevadas concentrações ou com baixasconcentrações, quando a fracção livre de fenitoína se encontra aumentada. A descidarápida poderá causar estados de epilepsia.

Foram notificados casos de ideação e comportamento suicida em doentes tratados commedicamentos antiepilépticos, em várias indicações terapêuticas. Uma meta-
análise de ensaios aleatorizados de medicamentos antiepiépticos, contra placebo,mostrou também um pequeno aumento do risco de ideação e comportamento suicida.
Não é ainda conhecido o mecanismo que explica este risco e os dados disponíveis nãoexcluem a possibilidade de um aumento do risco para a fenitoína.
Os doentes devem ser monitorizados quanto aos sinais de ideação e comportamentosuicida, devendo ser considerada a necessidade de tratamento adequado. Os doentes (eos prestadores de cuidados aos doentes) devem ser aconselhados a contactar o médicoassim que surjam sinais de ideação e comportamento suicida.

4.5. Interacções medicamentosas e outras formas de interacção

-Fármacos que podem aumentar os níveis séricos de fenitoína incluem: cloranfenicol,anticoagulantes à base de cumarina, sulfafenazol, derivados de acetilureia,sulfonamidas, dicumarol, disulfiram, isoniazida, cimetidina, sultiamo, fenilbutazona,tolbutamida, salicilatos, clordiazepóxido, fenotiazinas, diazepam e alcoolismo agudo.
-Fármacos que podem diminuir os níveis séricos de fenitoína incluem: carbamazepina e abuso crónico de álcool; acido fólico.

-Fármacos que podem aumentar ou diminuir os níveis séricos de fenitoína incluem:fenobarbital, valproato de sódio e certos antiácidos. O efeito da fenitoína sobre os níveisséricos do fenobarbital, ácido valpróico e valproato de sódio são também imprevisíveis.

-Fármacos com potencial epilepticogénico, tais como os antidepressivos tricíclicos ou asfenotiazinas, podem precipitar convulsões em doentes susceptíveis e a dose de fenitoínapode necessitar ser ajustada.

-Fármacos cuja eficácia é reduzida pela fenitoína incluem: corticosteróides, dicumarol.doxiciclina, contraceptivos orais, quinidina, vitamina D, digoxina, rifampicina.estrogénios e furosemida.

-Fármacos cujos efeitos são melhorados pela fenitoína incluem a varfarina.

-Interferência com exames laboratoriais:
A fenitoína pode originar diminuição nos níveis séricos do iodo ligado às proteínas.
Pode originar valores mais baixos que os normais para os testes da dexametasona ou dametirapona. A fenitoína pode causar aumento dos níveis séricos da glucose, fosfatase

alcalina, gama glutamil-transpeptidase e diminuir os níveis séricos do cálcio e do acidofólico.

-Acelera a degradação dos corticosteróides, bem como as sulfamidas incluindo osantidiabéticos deste tipo.

-A Hidantoína desaloja os anticoagulantes dos locais de ligação proteica. É portantonecessário praticar provas de coagulação mais frequentes nos doentes tratados com estesmedicamentos.

-Os níveis séricos de fenitoína podem ser reduzidos pela utilização concomitante depreparações contendo Hypericum perforatum, atribuindo-se este facto à sua propriedadede induzir enzimas envolvidas na metabolização de determinados fármacos. Assim, aspreparações contendo Hypericum perforatum não devem ser utilizadas simultaneamentecom Hidantina. Caso o doente já se encontre a tomar qualquer tipo de preparaçãocontendo Hypericum perforatum, os níveis séricos de anticonvulsivantes devem seravaliados e deve ser suspensa a utilização de Hypericum perforatum. Pode haver umaumento dos níveis séricos de anticonvulsivantes após a suspensão de Hypericumperforatum, pelo que a dose de anticonvulsivante pode necessitar de ser ajustada.

O efeito de indução enzimática do Hypericum perforatum pode persistir pelo menosdurante duas semanas após a suspensão da sua utilização.

Para além das interacções acima referidas devem ainda ser consideradas as interacçõesda fenitoína com as seguintes substâncias: acetaminofeno, acetazolamida, aciclovir,alopurinol, disopiramide, propafenona, amiodorona, SAS, antineoplásicos (cisplatina,bleomicina, carmustine, metotrexato), benzodiazepinas, betabloqueadores e antagonistasdos canais de cálcio, capecitabine, ciprofloxacina, ciclosporina e tacrolimus, substratosdo CYP2B6, CYP2C8/9, CYP2C19, CYP3A4, indutores do CYP2C8/9, CYP2C19,inibidores do CYP2C8/9, CYP2C19, digoxina, dopamina, inibidores da HMG-Coareductase, itraconazol, levodopa, lítio, metadona, metronidazol, agentes bloqueadoresneuromusculares, omeprazol, primidona, sucralfato, teofilina, hormonas tiróideias eticlopidina.

4.6. Gravidez e aleitamento

A fenitoína atravessa a barreira placentária. Durante a gravidez o medicamento nãodeve ser administrado senão após avaliação da relação entre o benefício terapêuticoesperado e o risco para a mãe e filho. O risco pode ser mantido a um nível mínimo,reduzindo a dose e controlando, se possível, os níveis sanguíneos.

Todas as mulheres em idade fértil (com possibilidade de engravidar) deverão receberaconselhamento médico especializado antes de iniciarem o tratamento, devido aoaumento do risco de malformações congénitas.

O tratamento com medicamentos anti-epilépticos deverá ser reavaliado sempre que amulher pretenda engravidar.

O risco de malformações congénitas é 2 a 3 vezes maior nos descendentes de grávidasmedicadas com anti-epilépticos. As malformações mais frequentes são dos lábios ecavidade oral, aparelho cardiovascular e tubo neural.

O tratamento com vários anti-epilépticos (politerapia) poderá estar associado a ummaior risco de malformações congénitas relativamente ao tratamento com um únicomedicamento (monoterapia). Sempre que possível deverá ser utilizado um regime demedicamento único (monoterapia).

O tratamento com anti-epilépticos não deverá ser interrompido subitamente uma vezque pode aumentar o risco de crises epilépticas com consequências graves para a mãee/ou para o feto.

Há alguma evidência de que a fenitoína pode originar anomalias congénitas nadescendência de um pequeno número de doentes com epilepsia. Deste modo, a fenitoínanão deve ser usada como fármaco de primeira escolha durante a gravidez, especialmenteno seu início, a menos que o médico considere que o potencial beneficio se sobreponhaao risco.

Além da incidência aumentada de malformações congénitas em crianças de mulheresque receberam fenitoína e outros agentes antiepilépticos, foi mais recentemente descritoo síndrome fetal de hidantoína. O síndrome consiste de deficiência de crescimento pré-
natal, microencefalia e deficiência mental nas crianças de mulheres que receberamfenitoína, álcool, barbitúricos ou trimetadiona. No entanto, todas estas situações estãointerrelacionadas e estão frequentemente associadas com atraso de crescimentointrauterino devido a outras causas.

Há relatórios isolados de malignidades, incluindo neuroblastoma, em crianças demulheres que receberam fenitoína durante a gravidez.

Devido à absorção alterada de fenitoína ou do seu metabolismo durante a gravidez umapequena percentagem de doentes experimentou um aumento na frequência dasconvulsões; avaliações periódicas da fenitoína sérica servem como guia valioso paraajuste apropriado da dose no tratamento da epilepsia durante a gravidez. Tem sidorelatado defeitos de coagulação neo-natais ocorrendo nas primeiras 24 horas em bebésnascidos de mulheres recebendo fenitoína. A vitamina K pode ser usada para prevenirou corrigir este defeito e pode ser administrada à mãe antes do parto e ao recém-nascidoapós o parto.

A fenitoína é excretada em pequenas quantidades no leite materno, pelo que não seaconselha o aleitamento nesta situação.

4.7. Efeitos sobre a capacidade de conduzir e utilizar máquinas

As reacções do doente podem ser diminuídas, exigindo-se prudência na condução deveículos e utilização de máquinas.
4.8. Efeitos indesejáveis

Como os demais medicamentos, a Hidantina pode causar efeitos secundários emalgumas pessoas.
Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar quaisquer efeitos secundáriosnão mencionados neste folheto, informe o seu médico ou farmacêutico.

Hipersensibilidade: síndrome de hipersensibilidade pode ocorrer. A existência de casosraros de reacções cruzadas entre a fenitoína, carbamazepina e o fenobarbital devetornar-se prudente a substituição da fenitoína por ambas estas moléculas.

Digestivas: náuseas, vómitos.

Orais: hipertofia gengival (relativamente frequente – 20% dos casos).

Nervosos: vertigens, perturbação visual, ataxia, confusão mental, síndrome cerebelovestibular; habitualmente vinculada á sobredosagem ou a um defeito do metabolismohepático com níveis séricos anormalmente elevados. Tonturas, nistagmo e parestesia,geralmente são passageiros. Já foram reportados casos de convulsões tónicas.

Hematológicos: – complicações raras e por vezes fatais: trombocitopénia,granulocitopénia, agranulocitose, pancitopénia.
-casos raros de anemia megaloblástica; uma correcção terapêutica é frequentementedesejável durante a gravidez.
-adenopatia pseudolinfomatosa.

Cardiovasculares: arritmias atriais e ventriculares, hipotensão que pode levar a colapsocardiovascular em casos graves.

Sistema respiratório: podem ocorrer alterações na função respiratória incluindo paragemrespiratória.

Cutâneos: rash cutâneo, bastante frequente; hirsutismo, eritema polimorfo; urticáriarelativamente raro; pigmentação cutânea no rosto e pescoço.
Diversos: icterícia colestática, hiperglicémia, osteomalácia.

4.9. Sobredosagem

Os sintomas iniciais de sobredosagem são nistagmo, ataxia e disartria. Outros sinais sãotremor, hiperreflexia, sonolência, tonturas, letargia, afasia, visão turva, náuseas evómitos. O paciente pode tornar-se comatoso e hipotenso. A morte é decorrente dadepressão respiratória e circulatória.
5. PROPRIEDADES FARMACOLÓGICAS

5.1 Propriedades farmacodinâmicas

Grupo farmacoterapêutico: 2.6 ? Antiepilépticos e anticonvulsivantes
Código ATC: N03AB02

A fenitoína actua por estabilização das membranas dos neurónios. Exerce a suaactividade antiepilética por limitar o desenvolvimento da actividade convulsiva máximae por reduzir a propagação do processo convulsivo de um foco activo.

5.2 Propriedades farmacocinéticas

A sua ligação às proteínas plasmáticas, principalmente á albumina é extensa, cerca de
90%. Tem uma semi-vida muito variável e dose-dependente, mas o valor médio é decerca de 22 horas no estado de equilíbrio.

Após administração oral a absorção da Fenitoína é lenta e variável. Atinge concentraçãoplasmática máx entre 3-12 h após dose única.
A conjugação nos tecidos incluindo o cérebro é similar à plasmática. A concentração no
LCR é igual à concentração da fracção não conjugada no plasma.
Menos de 5% da Fenitoína é excretada na urina sem sofrer metabolização.
A restante é metabolizada pelo SMH, originando metabolitos inactivos (60-70%) apóstoma única.
Os metabolitos são excretados na urina sob a forma de glucorónidos.

A eliminação da Fenitoína segue uma cinética de 1ª ordem exponencial, paraconcentrações plasmáticas até 10 mcg/ml.

A taxa de metabolismo da fenitoína está sujeita a polimorfismo genético.

5.3 Dados de segurança pré-clínica

Potencial teratogénico:
Verificou-se que a maior frequência de malformações congénitas major (cardíacas), minor, atraso de crescimento e hipoplasias conhecidas como embriopatiaanticonvulsivante, encontram-se aumentadas nos neonatos expostos a estes fármacos no
útero. Não se encontra porém estabelecido se este aumento de anomalias seja imputado
à epilepsia materna ou à exposição do feto aos fármacos.

Potenciais genotóxico, mutagénico e carcinogénico:
O potencial de interacção com o material genético dos fármacos anti-epilépticos
(fenitoína, fenobarbital e primidona) e seus metabolitos foram testados in vitro, assimcomo a sua mutagenicidade.
Os resultados dos estudos in vitro não mostraram diferenças estatisticamentesignificativas por forma a concluir serem potencialmente tóxicos.
6. INFORMAÇÕES FARMACÊUTICAS

6.1. Lista dos excipientes

Amido de milho, Carboximetilamido sódico, Celulose microcristalina, Talco, Ácidoesteárico, Sílica coloidal anidra e Estearato de magnésio.
Revestimento:Hipromelose.

6.2. Incompatibilidades

Não foram determinadas.

6.3. Prazo de validade

3 anos.

6.4. Precauções particulares de conservação

Conservar na embalagem de origem e a uma temperatura não superior a 30ºC
Não utilize o medicamento após o prazo de validade impresso na embalagem exterior.
O prazo de validade corresponde ao último dia do mês indicado.
Manter fora do alcance e da vista das crianças.
Os medicamentos não devem ser eliminados na canalização ou no lixo doméstico.
Pergunte ao seu farmacêutico como eliminar os medicamentos de que já não necessita.
Estas medidas irão ajudar a proteger o ambiente.

6.5. Natureza e conteúdo do recipiente

Blister constituído de PVC termomoldável e papel de alumínio revestido a polietilenocontendo 10 comprimidos revestidos doseados a 100 mg de Fenitoína sódica.
Embalagem com 20 comprimidos.
Embalagem com 60 comprimidos.
7. NOME E SEDE SOCIAL DO TITULAR DA AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO
NO MERCADO

LABORATÓRIOS VITÓRIA, S.A.
Rua Elias Garcia, 28
Venda Nova
2700-327? Amadora
8. NÚMERO DE AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO

20 Comprimidos ? Nº. 9913715
60 Comprimidos ? Nº. 9913723
9. DATA DA PRIMEIRA AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO

10. DATA DA REVISÃO DO TEXTO


2 comentários

  1. Jose Nilson Lemos 23 de Dezembro de 2015
  2. Jose Nilson Lemos 23 de Dezembro de 2015

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