Desidratação, como reconhecer os sintomas e como actuar

Os adultos absorvem em geral cerca de 2,41 de água por dia com os alimentos e as bebidas que ingerem. Se o corpo perder mais água do que aquela que absorve — em resultado de doença (com diarreia ou vómitos, por exemplo), exercício demasiado violento ou prolongado, calor extremo ou ingestão de certos medicamentos —, ocorre desidratação, que pode levar ao estado de choque e, eventualmente, à morte. O maior risco recai sobre as crianças de idade inferior a 1 ano e as pessoas idosas.

Em todos os casos de desidratação, obtenha imediatamente auxílio médico, os sintomas são sede, saliva espessa e palidez. O rosto torna-se emaciado e os olhos encovados, e a vítima pode dar sinais de irritação e alergia. A produção de urina é escassa.

Se a vítima estiver consciente e for capaz de reter fluidos no estômago, dê-lhe pequenos goles de água, sumo de fruta, chá ou outros líquidos — excepto bebidas alcoólicas, que são desidratantes — até ser observada por um médico. Se a causa for calor excessivo, mude a vítima para um lugar fresco.

Os vómitos, a diarreia ou ambos podem conduzir à desidratação de uma criança ou um adulto se se prolongarem por mais de 24 horas; nos bebés com menos de 6 meses, a desidratação pode sobrevir a crises de vómitos ou de diarreia que ultrapassem 6 horas. Em ambos os casos, deve consultar um médico. Se a vítima continuar a vomitar líquidos, poderá precisar de ser hospitalizada.


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