Balmox Nabumetona caracteristicas medicamento

RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO

1. NOME DO MEDICAMENTO

BALMOX 500 mg comprimidos dispersíveis
BALMOX 1000 mg comprimidos dispersíveis

2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA

Cada comprimido contém 500 mg ou 1000 mg de nabumetona.

Lista completa de excipientes, ver secção 6.1.

3. FORMA FARMACÊUTICA

Comprimidos dispersíveis.

4. INFORMAÇÕES CLÍNICAS

4.1 Indicações terapêuticas

BALMOX está indicado no tratamento sintomático de:

– Osteoartrose;
– Artrite reumatóide;
– Patologia periarticular (bursites e tendinites);
– Lesões musculosqueléticas pós-traumáticas e desportivas.

4.2 Posologia e modo de administração

Adultos: A dose habitual de BALMOX é de 1000 mg por via oral, numa única tomadiária, com ou sem alimentos. A dose pode ser aumentada, se necessário, para 1500 mgou 2000 mg por dia, dados numa dose única ou fraccionada.

Idoso: Com a dose recomendada (1000 mg), o perfil de eficácia e de efeitos adversosnos idosos é sobreponível ao da população geral. No entanto, as concentraçõesplasmáticas estáveis em doentes idosos são, em regra, superiores às de indivíduossaudáveis jovens.

Crianças: Não existem dados clínicos para recomendar a administração de BALMOXna criança.

Insuficiência renal: Em doentes com insuficiência renal moderada (clearance dacreatinina de 30 a 49 ml/min) existe um aumento em 50% da concentração plasmáticada fracção livre de 6-MNA, pelo que poderá ser necessária a redução da dose (ver
Advertências e precauções especiais de utilização e Interacções medicamentosas eoutras formas de interacção).

Insuficiência hepática: A informação sobre nabumetona em doentes com insuficiênciahepática grave é limitada. A biotransformação de nabumetona em 6 MNA e ometabolismo posterior do 6 MNA em metabolitos inactivos está dependente da funçãohepática e poderá ser reduzida em doentes com insuficiência hepática grave (comhistória ou com biópsia comprovativa de cirrose).

Os comprimidos deverão ser dispersos em água antes de engolir.

Os efeitos indesejáveis podem ser minimizados utilizando a menor dose eficaz duranteo menor período de tempo necessário para controlar os sintomas (ver secção 4.4).

4.3 Contra-indicações

BALMOX está contra-indicado em doentes com hipersensibilidade à substância activaou a qualquer um dos excipientes.

BALMOX não deve ser administrado a doentes que tiveram asma, urticária ou outrasmanifestações alérgicas, na sequência da administração de salicilatos ou de outros anti-
inflamatórios não esteróides (AINE). Têm sido descritas reacções asmáticas fataisaquando da administração deste tipo de fármacos a estes doentes.

BALMOX não deve ser administrado em doentes com história de hemorragiagastrointestinal ou perfuração, relacionada com terapêutica anterior com AINE.

BALMOX também não deve ser administrado a doentes com úlcera péptica/hemorragiaactiva, história de úlcera péptica/hemorragia recorrente (dois ou mais episódiosdistintos de ulceração ou hemorragia comprovada), insuficiência hepática grave oudurante o terceiro trimestre de gravidez.

BALMOX está contra-indicado em doentes com insuficiência cardíaca grave.

4.4 Advertências e precauções especiais de utilização

A administração concomitante de BALMOX com outros AINE, incluindo inibidoresselectivos da ciclooxigenase-2, deve ser evitada.

Os efeitos indesejáveis podem ser minimizados utilizando a menor dose eficaz duranteo menor período de tempo necessário para controlar os sintomas (ver secção 4.2 einformação sobre os riscos GI e cardiovasculares em seguida mencionada).

Idosos: Os idosos apresentam uma maior frequência de reacções adversas com AINE,especialmente de hemorragias gastrointestinais e de perfurações que podem ser fatais
(ver secção 4.2).

Hemorragia, ulceração e perfuração gastrointestinal: têm sido notificados com todos os
AINE casos de hemorragia, ulceração e perfuração gastrointestinal potencialmentefatais, em várias fases do tratamento, associados ou não a sintomas de alerta ou históriade eventos gastrointestinais graves.

O risco de hemorragia, ulceração ou perfuração é maior com doses mais elevadas de
AINE, em doentes com história de úlcera péptica, especialmente se associada ahemorragia ou perfuração (ver secção 4.3) e em doentes idosos. Nestas situações osdoentes devem ser instruídos no sentido de informar o seu médico assistente sobre aocorrência de sintomas abdominais e de hemorragia digestiva, sobretudo nas fasesiniciais do tratamento.

Nestes doentes o tratamento deve ser iniciado com a menor dose eficaz. A co-
administração de agentes protectores (ex.: misoprostol ou inibidores da bomba deprotões) deverá ser considerada nestes doentes, assim como naqueles que necessitem detomar simultaneamente ácido acetilsalicílico em doses baixas, ou outros medicamentossusceptíveis de aumentar o risco de úlcera ou hemorragia, tais como corticosteróides,anticoagulantes (como a varfarina), inibidores selectivos da recaptação da serotonina ouanti-agregantes plaquetários tais como o ácido acetilsalicílico (ver secção 4.5).

Em casos de hemorragia gastrointestinal ou ulceração em doentes a tomar BALMOX otratamento deve ser interrompido.

Os AINE devem ser administrados com precaução em doentes com história de doençainflamatória do intestino (colite ulcerosa, doença de Crohn), na medida em que estassituações podem ser exacerbadas (ver secção 4.8).

No decurso dos ensaios clínicos com nabumetona, cuja duração oscilou entre váriosmeses e oito anos, úlceras sintomáticas do tracto digestivo superior, hemorragiadigestiva macroscópica e perfuração ocorreram em cerca de 0,3% dos doentes tratadosdurante 3 a 6 meses, em cerca de 0,5% dos doentes tratados durante 1 ano e em 0,8%dos doentes tratados durante 2 anos. Embora estes números sejam inferiores aosatribuídos a outros AINEs, os médicos devem estar alertados para a possibilidade da

ocorrência de úlcera péptica, hemorragia digestiva ou perfuração, mesmo em doentessem história prévia de doença ulcerosa.

Os doentes com sintomas e/ou sinais de insuficiência hepática devem ser monitorizadospara despiste de eventual agravamento no decurso da terapêutica com nabumetona.
Nesta situação deve suspender-se a terapêutica com nabumetona. Tal como com outros
AINEs, podem ocorrer alterações dos testes da função hepática.

Insuficiência renal grave (clearance da creatinina <30 ml/min): deverão ser efectuadostestes laboratoriais no início da terapêutica, após algumas semanas e sempre quenecessário. Se a insuficiência renal agravar, poderá ser necessário a descontinuação daterapêutica. Na insuficiência renal moderada (clearance da creatinina de 30 a 49ml/min) existe um aumento em 50% da concentração plasmática da fracção livre de 6-
MNA, pelo que poderá ser necessária a redução da dose (ver Interacçõesmedicamentosas e outras formas de interacção).

Efeitos cardiovasculares e cerebrovasculares

Têm sido notificados casos de retenção de liquidos e edema associados ao tratamentocom AINE, pelo que os doentes com história de hipertensão arterial e/ou insuficiênciacardíaca congestiva ligeira a moderada deverão ser adequadamente monitorizados eaconselhados.

Os dados dos ensaios clínicos e epidemiológicos sugerem que a administração dealguns AINE (particularmente em doses elevadas e em tratamento de longa duração)poderá estar associada a um pequeno aumento do risco de eventos trombóticos arteriais
(por exemplo enfarte do miocárdio ou AVC). Não existem dados suficientes paraeliminar o risco de ocorrência destes efeitos aquando da utilização de nabumetona.

Os doentes com hipertensão arterial não controlada, insufici~encia cardíaca congestive,doença isquémica cardíaca estabelecida, doença arterial periférica, e/ou doençacerebrovascular apenas devem ser tratados com nabumetona após cuidadosa avaliação.
As mesmas precauções deverão ser tomadas antes de iniciar o tratamento de longaduração de doentes com factores de risco cardiovasculares (ex.: hipertensão arterial,hiperlipidemia, diabetes mellitus e hábitos tabágicos).

Têm sido muito raramente notificadas reacções cutâneas graves, algumas das quaisfatais, incluindo dermatite esfoliativa, síndrome de Stevens-Johnson e necróliseepidérmica tóxica, associadas à administração de AINE, (ver secção 4.8).
Aparentemente o risco de ocorrência destas reacções é maior no início do tratamento,sendo que na maioria dos casos estas reacções se manifestam durante o primeiro mês detratamento. BALMOX deve ser interrompido aos primeiros sinais de rash, lesõesmucosas, ou outras manifestações de hipersensibilidade.

Têm sido referidas visão enevoada ou diminuição da acuidade visual com os AINEs,incluindo a nabumetona. Os doentes com estes problemas devem ser submetidos aexame oftalmológico.

4.5 Interacções medicamentosas e outras formas de interacção

A administração concomitante de nabumetona com alimentos, incluindo o leite, aceleraa absorção do fármaco, mantendo-se, contudo, inalterada a quantidade total dometabolito activo da nabumetona no plasma.

A administração concomitante de nabumetona com cimetidina, anti-ácidos contendoalumínio, paracetamol ou ácido acetil-salicílico, não afectou a biodisponibilidade doprincipal metabolito activo da nabumetona.

Não é recomendada a utilização concomitante de mais do que um AINE.

A administração concomitante de nabumetona com corticosteróides poderá aumentar orisco de ulceração ou hemorragia gastrointestinal (ver secção 4.4).

Devido à sua grande afinidade para as proteínas plasmáticas, a nabumetona pode,eventualmente, deslocar do seu ponto de ligação outros fármacos que também se liguemaquelas proteínas. Assim, recomenda-se precaução e monitorização de eventuais sinaisde sobredosagem sempre que estes fármacos (por exemplo, anticoagulantes,sulfonilureias, sulfonamidas, hidantoínas) sejam prescritos concomitantemente comnabumetona.

Anti-coagulantes: os AINE podem aumentar os efeitos dos anti-coagulantes, tais comoa varfarina (ver secção 4.4).

Agentes anti-agregantes plaquetários e inibidores selectivos da recaptação daserotonina: aumento do risco de hemorragia gastrointestinal (ver secção 4.4).

É conhecido que os anti-inflamatórios não esteróides aumentam as concentrações dosglicosidos cardioactivos, do lítio e do metotrexato e podem induzir hipercalémia quandoadministrados em simultâneo com diuréticos poupadores de potássio. Não foramefectuados estudos de interacção de nabumetona com estes fármacos pelo que serecomenda precaução aquando da sua administração concomitante.

Diuréticos, Inibidores da Enzima de Conversão da Angiotensina (IECA) e Antagonistasda Angiotensina II (AAII): Os anti-inflamatórios não esteróides (AINE) podemdiminuir a eficácia dos diuréticos assim como de outros medicamentos anti-
hipertensores. Nalguns doentes com função renal diminuída (ex.: doentes desidratadosou idosos com comprometimento da função renal) a co-administração de um IECA ou
AAII e agentes inibidores da ciclooxigenase pode ter como consequência a progressão

da deterioração da função renal, incluindo a possibilidade de insuficiência renal aguda,que é normalmente reversível. A ocorrência destas interacções deverá ser tida emconsideração em doentes a tomar nabumetona em associação com IECA ou AAII.
Consequentemente, esta associação medicamentosa deverá ser administrada comprecaução, sobretudo em doentes idosos. Os doentes devem ser adequadamentehidratados e deverá ser analisada a necessidade de monitorizar a função renal após oinício da terapêutica concomitante, e periodicamente desde então.

4.6 Gravidez e aleitamento

Não existe experiência de ensaios clínicos com a utilização de nabumetona durante agravidez humana.

A utilização de nabumetona durante os dois primeiros trimestres de gravidez deve serrestrita a situações em que o potencial benefício para a mãe justifique o potencial riscopara o feto ou para o lactente.

Tendo em conta os efeitos conhecidos dos fármacos desta classe (inibidores da síntesedas prostaglandinas) no feto humano durante o terceiro trimestre de gravidez, incluindoo encerramento do canal arterial, alterações pulmonares e cardíacas, a utilização danabumetona durante o terceiro trimestre da gravidez está contra-indicada.

4.7 Efeitos sobre a capacidade de conduzir e utilizar máquinas

No caso de existirem tonturas ou outras perturbações de SNC durante a administraçãode BALMOX, o doente não deve conduzir veículos automóveis nem operar commáquinas.

4.8 Efeitos indesejáveis

Os efeitos indesejáveis são apresentados por ordem decrescente de gravidade dentro decada classe de frequência.
Os efeitos indesejáveis estão listados abaixo por orgão/sistema e frequência. Asfrequências são definidas como: muito frequentes (?1/10), frequentes (?1/100 e <1/10),pouco frequentes (?1/1000 e <1/100), raros (?1/10000 e <1/1000), muito raros
(<1/10000), incluindo relatos isolados. Os efeitos indesejáveis muito frequentes,frequentes e pouco frequentes são geralmente determinados a partir de dados dosensaios clínicos. A incidência nos grupos placebo e comparador não foi considerada naestimativa destas frequências. Os efeitos indesejáveis raros e muito raros sãogeralmente determinados a partir de relatos expontâneos.

Doenças do sangue e do sistema linfático

Muito raros: trombocitopenia

Doenças do sistema imunitário
Muito raros: anafilaxia, reacção anafilactóide

Perturbações do foro psiquiátrico
Pouco frequentes: confusão, desorientação, nervosismo, insónia

Doenças do sistema nervoso
Pouco frequentes: sonolência, tonturas, cefaleias, parestesias

Afecções oculares
Pouco frequentes: alteração da visão, afecção ocular

Afecções do ouvido e do labirinto
Frequentes: zumbido, afecção do ouvido

Doenças respiratórias, torácicas e do mediastino
Pouco frequentes: dispneia, doença respiratória, epistaxe
Muito raros: pneumonite intersticial

Doenças gastrointestinais
Frequentes: diarreia, obstipação, dispepsia, náuseas, dor abdominal, flatulência
Pouco frequentes: hemorragia gastrointestinal, úlcera gástrica, doença gastrointestinal,melena, vómitos, estomatite, boca seca.

Os efeitos indesejáveis mais frequentemente observados são de naturezagastrointestinal. Podem ocorrer, em particular nos idosos, úlceras pépticas, perfuraçãoou hemorragia gastrointestinal potencialmente fatais (ver secção 4.4). Náuseas,dispepsia, vómitos, hematemeses, flatulência, dor abdominal, diarreia, obstipação,melenas, estomatite aftosa, exacerbação de colite ou doença de Crohn (ver secção 4.4)têm sido notificados na sequência da administração destes medicamentos. Menosfrequentemente têm vindo a ser observados casos de gastrite.

Afecções hepatobiliares
Muito raros: insuficiência hepática, icterícia

Afecções do tecido cutâneos e subcutâneas
Frequentes: erupções cutâneas, prurido
Pouco frequentes: fotossensibilidade, urticária, sudação
Muito raros: reacções bolhosas incluindo necrólise epidérmica tóxica e Síndrome de
Stevens Johnson, eritema multiforme, edema angioneurótico, pseudoporfiria, alopécia

Afecções musculosqueléticas e dos tecidos conjuntivos
Pouco frequentes: miopatia

Doenças renais e urinárias
Pouco frequentes: doença do tracto urinário
Muito raros: insuficiência renal, síndrome nefrótico

Doenças dos órgãos genitais e da mama
Muito raros: menorragia

Perturbações gerais e alterações no local de administração
Frequentes: edema
Pouco frequentes: astenia, fadiga

Exames complementares de diagnóstico
Pouco frequentes: elevação dos testes da função hepática

Edema, hipertensão e insuficiência cardíaca têm sido notificados casos em associaçãoao tratamento com AINE.

Os dados dos ensaios clínicos e epidemiológicos sugerem que a administração dealguns AINE (particularmente em doses elevadas e em tratamento de longa duração)poderá estar associada a um pequeno aumento do risco de eventos trombóticos arteriais
(por exemplo enfarte do miocárdio ou AVC) (ver secção 4.4).

4.9 Sobredosagem

Não existe antídoto específico. Em caso de sobredosagem deve proceder-se a lavagemgástrica e instituir terapêutica de suporte apropriada e carvão activado (60 g por viaoral, em doses fraccionadas).

5. PROPRIEDADES FARMACOLÓGICAS

5.1 Propriedades farmacodinâmicas

Grupo farmacoterapêutico: 9.1.8 ? Aparelho locomotor. Anti-inflamatórios nãoesteróides ? Compostos não acídicos.
Código ATC: M01AX01

BALMOX é um anti-inflamatório não esteróide, não acídico, que exibe propriedadesanti-inflamatórias, analgésicas e anti-piréticas em estudos farmacológicos. Tal comonos outros anti-inflamatórios não esteróides (AINEs), o mecanismo de acção não étotalmente conhecido. Contudo, a capacidade para inibir a síntese das prostaglandinaspode estar implicada no efeito anti-inflamatório.

 

5.2 Propriedades farmacocinéticas

Após administração oral, recuperou-se na urina aproximadamente 80% de uma dose denabumetona rádio-marcada, indicando que a nabumetona é bem absorvida no tractogastrointestinal. A nabumetona, por si só, não é quantificável no plasma porque depoisde absorvida sofre rápida biotransformação no seu principal metabolito activo, o ácido
6-metoxi-2-naftilacético (6 MNA). Após uma dose oral de 1000 mg de nabumetona,cerca de 35% é convertida em 6 MNA e 50% é convertida em metabolitos nãoidentificados, os quais são subsequentemente excretados na urina.

O 6 MNA tem uma ligação às proteínas plasmáticas superior a 99%. A fracção livreestá dependente da concentração total de 6 MNA e é proporcional à dose, nas doses de
1000 a 2000 mg.

Após administração oral de nabumetona nas doses de 1000 mg ou 2000 mg, osparâmetros farmacocinéticos em estado de equilíbrio foram os seguintes:

Adultos jovens Adultos jovens Idosos
média +/- DS média +/- DS média +/- DS
Abreviatura
(unidades) 1000 mg 2000 mg 1000 mg
n = 31 n = 12 n = 27tmax (horas) 3.0(1.0-12.0) 2.5(1.0-8.0) 4.0(1.0-10.0)t 1/2 (horas) 22.5 +/- 3.7 26.2 +/- 3.7 29.8 +/- 8.1
Cl ss/F(ml/min) 26.1 +/- 17.3 21.0 +/- 4.0 18.6 +/- 13.4
Vd ss/F(L) 55.4 +/- 26.4 53.4 +/- 11.3 50.2 +/- 25.3

5.3 Dados de segurança pré-clínica

Não existe mais informação de relevância clínica.

6. INFORMAÇÕES FARMACÊUTICAS

6.1. Lista dos excipientes

Croscarmelose sódica, povidona 25000, laurilsulfato de sódio, sacarina sódica, aromade hortelã-pimenta, aroma de baunilha, estearato de magnésio, celulose microcristalina.

6.2 Incompatibilidades

Na ausência de estudos de incompatibilidade, este medicamento não deve ser misturadocom outros.

6.3 Prazo de validade

3 anos

6.4 Precauções especiais de conservação

Não conservar acima de 25°C.
Manter o blister dentro da embalagem de origem para proteger da luz e humidade.

6.5 Natureza e conteúdo do recipiente

Os comprimidos são acondicionados em blisters de PVC/Alumínio.
Embalagens de 60 comprimidos dispersíveis, doseados a 500 mg de nabumetona ouembalagens de 10, 20, 30 ou 60 comprimidos dispersíveis, doseados a 1000 mg denabumetona.

É possível que não sejam comercializadas todas as apresentações.

6.6 Precauções especiais de eliminação e manuseamento

Não existem requisitos especiais.

7. TITULAR DA AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO

Beecham Portuguesa, Produtos Farmacêuticos e Químicos, Lda.
Rua Dr. António Loureiro Borges, 3
Arquiparque, Miraflores
1495-131 Algés

8. NÚMERO(S) DE AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO

N.º de registo: 8694406 ? 60 comprimidos dispersíveis, 500 mg, blisters de
PVC/Alumínio

N.º de registo: 4630687 ? 10 comprimidos dispersíveis, 1000 mg, blisters de
PVC/Alumínio

N.º de registo: 5768684 ? 20 comprimidos dispersíveis, 1000 mg, blisters de
PVC/Alumínio
N.º de registo: 8694414 ? 30 comprimidos dispersíveis, 1000 mg, blisters de
PVC/Alumínio
N.º de registo: 4630786 – 60 comprimidos dispersíveis, 1000 mg, blisters de
PVC/Alumínio

9. DATA DA PRIMEIRA AUTORIZAÇÃO/RENOVAÇÃO DA AUTORIZAÇÃO DE
INTRODUÇÃO NO MERCADO

Data da primeira autorização de introdução no mercado: 17/11/1988
Data da última renovação da autorização de introdução no mercado: 17/11/2003

10. DATA DA REVISÃO DO TEXTO


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