História e causas dos acidentes rodoviários

Em 1896, no Palácio de Cristal, em Londres, Bridget Driscoll, de 44 anos, tornou-se a primeira pessoa do mundo a ser atropelada e morta por um automóvel. Hoje em dia, mais de 1 milhão de pessoas morrem na estrada todos os anos e cerca de 50 milhões ficam feridas.

Actualmente, os acidentes rodoviários são a principal causa de morte violenta e de ferimentos em todo o mundo, e muitas das vítimas são jovens. Mais do que qualquer doença, estes acidentes tendem a provocar a morte ou a incapacidade de pessoas com idades compreendidas entre 5 e 40 anos.

Pormenores sobre o condutor do automóvel que atropelou a senhora Driscoll fornecem algumas pistas sobre os motivos pelos quais continuam a registar-se acidentes de viação. Ele conduzia apenas há três semanas, e ainda hoje os condutores principiantes apresentam uma taxa de sinistralidade muito superior. Diz-se que Edsel tinha alterado o automóvel para este andasse mais depressa do que devia; actualmente, os «jovens corredores» que conduzem automóveis modificados sem garantias de segurança a alta velocidade continuam a ser um grande perigo. Diz-se também que Edsell se distraiu porque ia a conversar com uma jovem sentada ao seu lado; as distracções – sejam elas motivadas por passageiros, telefones celulares ou algo que se passa na mente do condutor -continuam a ser a causa de muitos acidentes.

Por muito cuidadoso que seja quando conduz, continua à mercê de qualquer outro condutor descuidado. Mas se respeitar o limite de velocidade, viajar num carro com boa manutenção, não tiver bebido álcool e se concentrar somente na estrada e no trânsito, tem mais probabilidades de sair vivo de uma situação complicada.


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